Em junho de 2026, no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, nasce uma nova edição de VIVA VIVA ESCOLA VIVA, exposição que reúne artes e pensamentos das 5 Escolas Vivas, dos povos Maxakali, Huni Kuin, Guarani, Baniwa e Tukano-Desana-Tuyuka.
A exposição, realizada em parceria entre Selvagem e o Instituto Tomie Ohtake, com a curadoria de Cristine Takuá, coordenadora das Escolas Vivas, é um desdobramento direto da residência artística indígena Casa Escola Viva, que ocupou o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio) por 15 dias em outubro de 2025; e marca também uma continuidade da presença da arte das Escolas Vivas na Selvagem, traçada desde a primeira exposição Viva Viva Escola Viva, no Rio de Janeiro, entre dezembro de 2023 e janeiro de 2024.
ESCOLAS VIVAS
Movimento de apoio ao fortalecimento e a transmissão de saberes tradicionais em 5 territórios indígenas:
Guarani, Maxakali, Huni Kuin, Baniwa e Tukano-Desana-Tuyuka.
Repassamos mensalmente o valor de R$10.000,00 para cada Escola Viva e articulamos ações em parceria.
Para quem deseja participar desse movimento, convidamos a apoiar financeiramente pelo botão abaixo.
CRISTINE TAKUÁ
Coordenadora das Escolas Vivas
Cristine Takuá, do povo Maxakali, é uma pensadora, aprendiz de parteira e educadora. É formada em Filosofia pela Unesp e foi professora por doze anos na Escola Estadual Indígena Txeru Ba’e Kuai’.
Atualmente é coordenadora das Escolas Vivas e integra o conselho da Associação Selvagem.
Cristine é representante do NEI (Núcleo de Educação Indígena) dentro da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo e membro fundadora do FAPISP (Fórum de articulação dos professores indígenas do Estado de São Paulo). Faz parte do Instituto Maracá, que está fazendo a gestão compartilhada do Museu das Culturas Indígenas em São Paulo.
Vive na Terra Indígena Ribeirão Silveira, localizada na divisa dos municípios de Bertioga e São Sebastião, no estado de São Paulo, com seu companheiro, Carlos Papá, e seus filhos Djeguaká e Kauê.
Junto a Veronica Pinheiro, Cristine escreve o Diário de Aprendizagens, publicado no site Selvagem. Em seus textos, ela traz relatos sobre sua caminhada junto às Escolas Vivas e reflexões sobre educação, memória e Bem Viver.

