ESCOLAS VIVAS
Movimento de apoio ao fortalecimento e a transmissão de saberes tradicionais em 5 territórios indígenas:
Guarani, Maxakali, Huni Kuin, Baniwa e Tukano-Desana-Tuyuka.
Repassamos mensalmente o valor de R$10.000,00 para cada Escola Viva e articulamos ações em parceria.
Para quem deseja participar desse movimento, convidamos a apoiar financeiramente pelo botão abaixo.
CRISTINE TAKUÁ
Coordenadora das Escolas Vivas
Cristine Takuá, do povo Maxakali, é uma pensadora, aprendiz de parteira e educadora. É formada em Filosofia pela Unesp e foi professora por doze anos na Escola Estadual Indígena Txeru Ba’e Kuai’.
Atualmente é coordenadora das Escolas Vivas e integra o conselho da Associação Selvagem.
Cristine é representante do NEI (Núcleo de Educação Indígena) dentro da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo e membro fundadora do FAPISP (Fórum de articulação dos professores indígenas do Estado de São Paulo). Faz parte do Instituto Maracá, que está fazendo a gestão compartilhada do Museu das Culturas Indígenas em São Paulo.
Vive na Terra Indígena Ribeirão Silveira, localizada na divisa dos municípios de Bertioga e São Sebastião, no estado de São Paulo, com seu companheiro, Carlos Papá, e seus filhos Djeguaká e Kauê.
Junto a Veronica Pinheiro, Cristine escreve o Diário de Aprendizagens, publicado no site Selvagem. Em seus textos, ela traz relatos sobre sua caminhada junto às Escolas Vivas e reflexões sobre educação, memória e Bem Viver.

