DIÁRIO DE APRENDIZAGENS
Relatos da jornada de Cristine Takuá, em seu diálogo com as Escolas Vivas, e Veronica Pinheiro, em sua ativação dos conteúdos Selvagem no Laboratório de Aprendizagens Selvagem (LAS). Saiba mais na página Aprendizagens.
CRISTINE TAKUÁ
Cristine Takuá é uma pensadora, aprendiz de parteira, educadora indígena Maxakali. É formada em Filosofia pela Unesp e foi professora por doze anos na Escola Estadual Indígena Txeru Ba’e Kuai’. Atualmente é coordenadora das Escolas Vivas e integrante da Selvagem, ciclo de estudos sobre a vida. Cristine Takuá é representante do NEI (Núcleo de Educação Indígena) dentro da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo e membro fundadora do FAPISP (Fórum de articulação dos professores indígenas do Estado de São Paulo). Faz parte do Instituto Maracá, que está fazendo a gestão compartilhada do Museu das Culturas Indígenas em São Paulo. Vive na Terra Indígena Ribeirão Silveira, localizada na divisa dos municípios de Bertioga e São Sebastião.
VERONICA PINHEIRO
Veronica Pinheiro é pesquisadora, artista e professora. Coordena o Laboratório de Aprendizagens Selvagem (LAS), onde desenvolve e acompanha processos de ensino e aprendizagem em diálogo com comunidades indígenas, quilombolas e escolas, articulando educação, território, conhecimentos ancestrais e aprendizagens interculturais. Mestra em Artes e Cultura Contemporânea e doutoranda pelo PPGARTES/UERJ, desenvolve pesquisa sobre as cosmopoéticas dos cantos Tikmũ’ũn. É também pesquisadora associada ao Polyglot Lab, da University of Massachusetts Amherst, ampliando redes de pesquisa e colaboração em torno das línguas indígenas, dos conhecimentos ancestrais e das práticas interculturais de aprendizagem.





















































































