Skip to main content
Tag

Palestras

ConversasFilmes e Flechas

ENTRE RIOS E JARDINS: SELVAGEM em Londres

“O brilho se diz, dizendo: Respeite as mulheres, Respeite os homens,  Respeite as crianças,  Respeite os anciãos, Respeite as anciãs Assim é que o nosso criador deixou o ensinamento  E desse jeito devemos viver  E com isso cresceremos e vamos amadurecendo com a saúde e alegria  Somente dessa forma vamos alcançar, conviver E saber um jeito de descobrir o bem viver É isso que eu falo Saúdo as divindades!”   Carlos Papá na abertura da Flecha 7: A fera e a esfera. . Em julho de 2023 o Selvagem pousou em Londres a convite do Meeting at the River para uma semana de encontros, workshops e exibições das Flechas. O intuito era mapear como a educação pode incluir diversas formas de conhecer, criar, resistir e mudar a cultura. A conversa com o público londrino começou antes, em agosto de 2022, quando Carlos Papá abriu em rezo A fera e a esfera, sétima e última Flecha, que foi parte integrante da exposição Our…
Mari Rotili
24 de agosto de 2023
Cadernos e LivrosConversasFilmes e Flechas

AGIR POUR LE VIVANT

Entre 22 e 28 de agosto de 2022, aconteceu em Arles, no sul da França, a terceira edição do Agir pour le Vivant , festival que une vários pensadores de diferentes gerações e países para refletir e construir uma sociedade dos vivos, onde a vida (humana e não humana) esteja acima de tudo.  Anna Dantes, Madeleine Deschamps, Cristine Takuá e Carlos Papá foram convidados a participar de palestras e da residência “Novos desenhos ecológicos". Junto a um grupo maior de participantes, eles refletiram a respeito dos discursos correntes sobre ecologia e cuidado com o meio ambiente e trabalharam para transformá-los em algo mais vivo, instigante, criativo e plural. Para isso, a residência colocou em contato perspectivas africanas, europeias e sul-americanas na busca por caminhos de habitar e agir no mundo a partir de saberes locais, criando diálogos que desenham novas utopias ecológicas e movimentam a construção de futuros desejáveis. Anna, Cris e Mada apresentaram a palestra “A humanidade que pensamos…
Mari Rotili
20 de janeiro de 2023
Filmes e Flechas

FLECHA 4 – A SELVA E A SEIVA

A Selva e a Seiva, flecha cerimônia sobre plantas e seus poderes de visão e cura, traçou uma viagem transatlântica e abriu caminho para novas perguntas em dois festivais internacionais.  O Festival Agir pour Le vivant  aconteceu entre os dias 21 e 28 de agosto na cidade de Arles, França. Agir pour le vivant propõe experimentar novas abordagens, partilhar correntes de novos pensamentos, imaginar o possível e inventar novas aventuras humanas, desejáveis e sustentáveis que nos ajudará na formação de uma nova aliança pela vida. A Constelação Selvagem esteve presente com Anna Dantes, Cristina Takua e Madeleine Deschamps. Anna, Cris e Mada “(...) Hoje se trata de esboçar uma ecologia plural que leve em conta todas as lutas dos últimos anos na esperança de construir uma sociedade verdadeiramente respeitosa, livre e viva.” tradução livre No dia 23, Cris Takua compartilhou sua fala trazendo a perspectiva “de ser mãe”, contou sobre o fortalecimento das Escolas Vivas e sua luta por seu…
Dani Ruiz
12 de dezembro de 2022
Filmes e Flechas

FLECHA 2 – O SOL E A FLOR

A Flecha 2 – O Sol e a Flor – é o segundo episódio da Websérie Flecha Selvagem, do Selvagem Ciclo de Estudos. O audiovisual, baseado nas obras: Biosfera de Vladimir Vernadsky (2019), A vida das plantas de Emanuele Coccia (2018), A Fala Sagrada, Mitos e Cantos Sagrados Guarani de Pierre Clastres (1990), e A queda do céu: Palavras de um xamã yanomami de Davi Kopenawa e Bruce Albert (2015), junta estética e poética, saberes científicos e saberes ancestrais para montar “uma compostagem de imagens de diversas fontes e acervos” que mostre as intrincadas relações entre o cosmos e a vida na Terra: o sol, que gira e a tudo ilumina, é fonte de luz e calor que torna a biosfera o lar que nos acolhe; a flor, condensação absoluta da vida (COCCIA, 2020), é capaz de ajudar a suspender o céu (KOPENAWA, 2015), se aceitarmos que somos biosfera, natureza, terranos, e, também, nascidos do cosmos. É como diz o…
Simone Batista
10 de dezembro de 2022
Artes e Desenhos

FESTIVAL VIRTUAL PROMOVE ARTES INDÍGENAS DURANTE PANDEMIA PELA COVID-19

rec•tyty foi um nome sonhado por Carlos Papá e, também, título de um festival virtual de artes indígenas que aconteceu entre 17 e 25 de abril de 2021. O encontro teve como inspiração cardumes e colmeias e se projetou como uma celebração coletiva para suspender o céu, unir resistência e pulsação e expressar o desejo de viver juntos. Durante a pandemia pela COVID-19, o festival possibilitou um encontro virtual entre artistas visuais, fotógrafos, cineastas, músicos, pensadores e oficineiros que deram uma amostra da produção artística indígena brasileira. O portal Jornalistas Livres qualificou rec•tyty como um meio para fortalecer as artes e culturas indígenas nos circuitos artísticos e de produção de conhecimento, como medida para enfrentar o isolamento físico que afetou as dinâmicas afetivas e de sociabilidade. A diversidade de linguagens reunidas no festival, por meio de obras visuais, sonoras, cinematográficas e fotográficas, ofereceram aos participantes a oportunidade de conhecer sobre as culturas e tradições indígenas e contemporaneidades. “Queremos com o…
Maurício Boff
18 de abril de 2021
Ciclo Selvagem

CICLO SELVAGEM 2018 NO JARDIM BOTÂNICO DO RJ

De 13 a 15 de novembro de 2018, aconteceu o primeiro Selvagem, ciclo de estudos  sobre origens da vida, DNA e plantas mestras, no Teatro do Jardim Botânico, na cidade do Rio de Janeiro. Com a presença de pesquisadores, cientistas, indígenas, xamãs, ambientalistas e antropólogos, compartilhamos a respeito dos possíveis diálogos entre saberes tradicionais e ciência. Veja a programação completa aqui, a playlist de todas as falas e as fotos do encontro.Durante esse ciclo, também aconteceu o lançamento do livro "Mbaé Kaá, o que tem na mata. A botânica nomenclatura indígena", de João Barbosa Rodrigues. Leia aqui uma breve entrevista com Jeremy Narby, que foi um dos participantes desse Ciclo Selvagem. Antropólogo e escritor radicado na Suíça, Jeremy Narby estudou história na Universidade de Kent em Canterbury e recebeu seu doutorado em Antropologia pela Universidade de Stanford. Conviveu com os Ashaninka na Amazônia peruana catalogando recursos da floresta para combater sua destruição. Ele é autor do livro “A serpente cósmica,…
Clarissa Cruz
15 de novembro de 2018